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Informações Gerais

Informações Gerais

Manual do Imigrante publicado pelo Instituto das Comunidades

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ÍNDICE
1. CABO VERDE EM FICHA
1.1 Símbolos Nacionais 1.2 Órgãos de Soberania
2. INFORMAÇÕES ÚTEIS
2.1 Questões alfandegárias 2.2 Regresso definitivo ­ Que Benefícios? 2.3 Benefícios fiscais 2.4 Importação de viaturas 2.5 Operações bancárias 2.6 Investimento em Cabo Verde 2.7 Compra de imóveis (casas e terrenos)
3. DADOS ÚTEIS NO PAÍS DE ACOLHIMENTO
3.1 A reforma 3.2 O trabalho (Questões laborais) 3.3 Reagrupamento familiar 3.4 Expulsões 3.5 Notícias de Cabo Verde 3.6 Vistos de entrada em Cabo Verde 3.7 Lei da nacionalidade cabo­verdiana 3.8 Eleições
4. CONTACTOS ÚTEIS EM CABO VERDE
4.1 Organismos do Estado responsáveis pela área da Emigração 4.2 Câmaras municipais 4.3 Instituições bancárias 4.4 Instituições ligadas ao sector turístico e empresarial

 

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Viajar para Cabo Verde | Traveling to Cape Verde

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Se reside na Area Jurisdicional deste Consulado Geral não é Cidadão Cabo Verdiano, e pretende viajar para Cabo Verde em visita de Turismo, Serviço ou intercânbio, teremos todo o gusto em ajuda-lo no processo de acquisição do seu visto de entrada.
O visto de turismo será concedido ao estrangeiro que pretenda deslocar-se à Cabo Verde em viagem de carácter recreativo ou de visita, por um período de 90 dias prorrogável, no máximo, por igual período.
Documentação a ser apresentada:
Comprovativo de reserva, com data de entrada e saída do território, ou bilhete de passagem;
Prova de meios de subsistência adequados e suficientes para o período de permanência.

Relações entre Cabo Verde e os Estados Unidos - United States-Cape Verde Relations

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Portuguese

As relações cordiais entre os Estados Unidos e Cabo Verde têm raízes históricas fortes e tiveram o seu início nos primórdios do século XVIII quando, baleeiros americanos parecem ter começado a recrutar tripulação da Brava e do Fogo para a pesca da baleia que era abundante nas redondezas de Cabo Verde. No entanto, documentos indicam que as relações entre as colónias da América e Cabo Verde iniciaram ainda antes, nos anos de 1740s, quando embarcações americanas faziam paragem nos portos de Cabo Verde para comprar sal ou escravos. A tradição de emigração para os Estados Unidos começou nessa altura e continua até hoje.

O primeiro consulado dos E.U.A. na África subsariana foi estabelecido em Cabo Verde em 1818 e essa representação consular continuou até o século XIX. Os Estados Unidos reconheceram Cabo Verde no dia da sua independência e apoiaram a sua admissão às Nações Unidas. Cabo Verde indigitou um dos seus primeiros embaixadores para os Estados Unidos, e em 1983, a Administração americana nomeou um embaixador permanente dos E.U.A. para Cabo Verde. Durante uma visita oficial aos Estados Unidos em 2002, o Primeiro-Ministro José Maria Neves visitou as comunidades cabo-verdianas de Nova Inglaterra, e em Abril de 2005 foi a vez do Presidente Pedro Pires. A Secretária de Estado Hillary Clinton visitou Cabo Verde em Agosto de 2009, tendo-se encontrado com o Primeiro-Ministro Neves na ilha do Sal.

Os Estados Unidos prestaram ajuda humanitária de emergência e económica a Cabo Verde no período imediatamente após a independência, assim como por ocasião de desastres naturais, nomeadamente o temporal que assolou a ilha Brava em 1982, a erupção vulcânica na ilha do Fogo em 1995, as cheias e inundações de S. Nicolau e a epidemia de dengue em 2009. Cabo Verde também é elegível aos benefícios da African Growth and Oportunity Act (AGOA) e tem um acordo de Céus Abertos com os E.U.A. com vista ao reforço e da segurança e expansão da aviação civil. A 4 de Julho de 2005, Cabo Verde tornou-se o terceiro país a assinar um Compacto com a Millennium Challenge Corporation (MCC), agência financiada pelo Governo dos Estados Unidos. Em 9 de Dezembro de 2009, Cabo Verde foi o primeiro país a tornar-se elegível para um segundo Compacto, actualmente a ser elaborado, e a 15 de Outubro de 2010, foi o primeiro país em África a completar o seu Compacto, tendo-o feito dentro do calendário e orçamento estabelecidos, e alcançando todos os objectivos de reforço do clima de investimento, reforma do sector financeiro, modernização de infra-estruturas, aumento de produção agrícola, e reforma de políticas essenciais.

 

 

English

The cordial relations between the United States and Cape Verde have strong historical roots. In the early 18th century, U.S. whaling ships appear to have begun recruiting crews from Brava and Fogo to hunt whales that were abundant in the waters surrounding Cape Verde . Ties between the American colonies and Cape Verde are documented as early as the 1740s, when American ships routinely anchored in Cape Verdean ports to trade for salt or buy slaves. The tradition of emigration to the United States began at that time and continues today.

The first U.S. consulate in sub-Saharan Africa was established in Cape Verde in 1818. U.S. consular representation continued throughout the 19th century. The United States recognized Cape Verde on its independence day and supported its admission to the United Nations. Cape Verde assigned one of its first ambassadors to the United States , and a resident U.S. ambassador was posted to Cape Verde in 1983. Prime Minister Neves visited Cape Verdean communities in New England during an official trip to the United States in 2002, and President Pires visited the United States in April 2005. Prime Minister Neves also visited the U.S. in September 2007. In August 2009, Secretary of State Hillary Clinton visited Sal Island in Cape Verde and met with Prime Minister Neves.

The United States provided emergency humanitarian aid and economic assistance to Cape Verde in the period immediately following Cape Verde's independence, as well as after natural disasters, including a hurricane that struck the island of Brava in 1982, after a severe volcanic eruption on Fogo in 1995, after deadly flooding in Sao Nicolau in 2009, and in the wake of a dengue fever epidemic in 2009. Cape Verde also is eligible for trade benefits under the African Growth and Opportunity Act (AGOA), and has signed an Open Skies agreement to facilitate air travel safety and expansion. On July 4, 2005, Cape Verde became the third country to sign a Compact with the U.S. Government-funded Millennium Challenge Corporation (MCC); Cape Verde became the first country in Africa to complete its Compact, and did so on time, within budget, and achieving all of its targets for strengthening the investment climate, reforming the financial sector, improving infrastructure, increasing agricultural productivity, and achieving key policy reforms. On December 9, 2009, it became the first nation to be found eligible for a second Compact, currently under development.

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